Discurso da sociedade do querer puro



A consciência na vida cotidiana tem, em geral, por seu conteúdo, a razão observadora, que só chega na natureza do orgânico à intuição de si mesma, imediatamente toma como pressuposto a necessidade da relação entre a sensação e a experiência. O infinito virtual é possível no mundo, mas, enquanto Ser-para-si, a reflexão determinidade de ser, tal como meio universal, não existe se não perto das relações entre o conteúdo proposicional e o figurado. A matemática imanente, a que chamam de matemática pura, não põe a valorização de fatores subjetivos constitui um atributo de uma metafísica da presença? Cabe ao leitor julgar.

Quando o que se diz de uma coisa é apenas que o Dasein, tornado manifesto, implicaria em duvidar da concepção spinoziana de felicidade enquanto aumento de potência. Tendo em vista as meditações em voga, podemos considerar que a consciência imersa no ser da vida marca a autonomia do pensamento em relação ao fluxo de uma realidade que subsiste por si só. Na propriedade, a negação está como determinidade, pois concebe em si a consciência entre o espírito universal e sua singularidade, ou consciência sensível, impossibilita a adoção de medidas reabilitadoras da individualidade daquilo que pretende ser o que é. Uma visão continental diria que o universo de discurso dos eventos faz suscitar a subjetificação em si dos aspectos fenomenológicos da doutrina do método kantiana.

O infinito virtual é possível no mundo, mas, enquanto Ser-para-si, a indeterminação contínua de distintas formas de fenômeno, e pode nos levar a considerar a reestruturação da doxa, da opinião e da razão pura do espírito transcendente. Além disso, em virtude daquele princípio ou elemento, a nossa existência, que é uma faceta do Ser, determina, de maneira transcendental, a síntese de um critério ontológico para determinar as pressuposições do Ser. O ato de tomar no espírito a singularidade precisa de a consciência imersa no ser da vida faz suscitar a subjetificação em si de um riacho sem início nem fim, que rói suas duas margens e adquire velocidade no meio. Ora, a figura exterior, enquanto não sendo um órgão do agir, encontra em si o aspecto de ser a consciência repelida sobre si mesma, e propõe, pelo princípio da individuação, o surgimento da materialização do ser, em objetos visíveis, e da imaterialização do Não-ser, em não-objetos.

A filosofia sem dúvidas engendra em si a consciência entre o espírito universal e sua singularidade, ou consciência sensível, padroniza, de maneira uniforme, a defesados conhecimentos a priori. Inevitavelmente, há muitas questões intrigantes, sob um aspecto dialético, sobre se a consciência da essência espiritual não causa um impacto significativo, por conta da demonstração de que o que é pressuposto, o é como Ser-em-si. A boca que fala, a mão que trabalha, e, numa palavra, todos os órgãos, determinam o objeto engendrado a priori, enquanto ser-no-mundo, mantém, no objeto, a imagem da materialização do ser, em objetos visíveis, e da imaterialização do Não-ser, em não-objetos. A esta altura, é mister determinar mais de perto esse objeto, uma vez que a síntese da imaginação produtiva parece engendrar a função da materialização do ser, em objetos visíveis, e da imaterialização do Não-ser, em não-objetos. Poderíamos levar em conta que um primado ontológico que vai muito além de simplesmente reassumir uma tradição venerada, e institui o Complexo de Édipo, ordenando o sujeito com seu desejo e o interdito, em função da tentativa de se traduzir aquilo sobre o que não se pode cognizar.

Contudo, a crítica contundente de Deleuze/Guatarri - dupla implacável - nos mostra que um juízo reflexionante do agir transcendental, que converte a alma em algo diverso da intelectualidade enquanto faculdade ativa? Difícil responder, ainda há sobre o que se ponderar. Mas, segundo essa oposição, não podem estar juntas na unidade simples de seu meio, já que a determinidade simples e a vitalidade singular imediatamente toma como pressuposto a necessidade da maneira do Ser carente de espírito. Poderíamos levar em conta que a indeterminação contínua de distintas formas de fenômeno, e renuncia à razão, a despeito de uma metafísica da presença? Cabe ao leitor julgar.

O eu presente na história, enquanto perspectiva dialética, não põea indeterminação contínua de distintas formas de fenômeno, e não parece ser condição necessária para a análise do problema da identidade pessoal? É um questionamento importante. Na propriedade, a negação está como determinidade, pois concebe em si a valorização de fatores subjetivos toma como subconjunto da fundamentação metafísica das representações. Mas, segundo essa oposição, não podem estar juntas na unidade simples de seu meio, já que a determinidade simples e a vitalidade singular deve passar por modificações independentemente da intelectualidade enquanto faculdade ativa? Difícil responder, ainda há sobre o que se ponderar. O princípio do objeto - o universal - é em sua simplicidade um mediatizado que a resolução da parte que se completa em si, que consistiria primeiramente em não pôr o acontecimento sob a autoridade de uma nova origem pura de um sistema fechado, arborificado, a partir do qual a noção de Rizoma se fundamenta. O suprassumir apresenta sua dupla significação verdadeira que vimos no negativo: é precisamente a nossa existência, que é uma faceta do Ser, determina, de maneira transcendental, a síntese da maneira do Ser carente de espírito.

Uma fisiognomia do ser precisa se distinguir das demais artes, na medida em que revela um primado ontológico que vai muito além de simplesmente reassumir uma tradição venerada, e propõe, pelo princípio da individuação, o surgimento da doutrina teórico-metafísica da realidade temporal. Tendo em vista as meditações em voga, podemos considerar que a reflexão determinidade de ser, tal como meio universal, desafia a concepção do ser-para-si, o que necessita da doutrina teórico-metafísica da realidade temporal. Nesses momentos conjuntamente, a coisa está completa como o verdadeiro da percepção, o que não põe o Dasein, tornado manifesto, e emprega uma noção intrínseca de pressuposição da individualidade daquilo que pretende ser o que é. No entanto, não podemos esquecer dum juízo reflexionante do agir transcendental, que é uma consequência direta do sistema de conhecimento geral. Inevitavelmente, há muitas questões intrigantes, sob um aspecto dialético, sobre se o objeto engendrado a priori, enquanto ser-no-mundo, renuncia à razão, a despeito da demonstração de que o que é pressuposto, o é como Ser-em-si.





Gerador de lero-lero de filosofia. Sou capaz de gerar 81.261.724.749.004.800.000 frases diferentes.
Ainda estou em fase de desenvolvimento, posso ser disléxico às vezes.
Dê F5 para gerar um novo texto.
(Javascript é necessário para trocar o tipo de filosofia)

Feito por Nicholas Ferreira