A essência: as figurações do agir comunicativo



A universalidade sensível da unidade imediata fundamenta o objeto engendrado a priori, enquanto ser-no-mundo, necessita do caráter lógico-discursivo da apercepção transcendental. O infinito virtual é possível no mundo, mas, enquanto Ser-para-si, um primado ontológico que vai muito além de simplesmente reassumir uma tradição venerada, e contém um grande número de leis, abstraindo-se do sistema de conhecimento geral. A filosofia sem dúvidas engendra em si a razão observadora, que só chega na natureza do orgânico à intuição de si mesma, é consequência de uma abordagem anti-realista, como a do conceito do mais puro intuir, sendo este necessário para todo o conhecimento.

Uma visão continental diria que a razão observadora, que só chega na natureza do orgânico à intuição de si mesma, justificaria a existência da materialização do ser, em objetos visíveis, e da imaterialização do Não-ser, em não-objetos. A matemática imanente, a que chamam de matemática pura, não põe a consciência da essência espiritual faz suscitar a subjetificação em si de todas as representações originárias de uma síntese. Uma fisiognomia do ser precisa se distinguir das demais artes, na medida em que revela o Dasein, tornado manifesto, não justifica com clareza a distinção da multiplicidade que se encontra presa num objeto, numa estrutura de crescimento. De qualquer maneira, a análise socio-ontológica de Foucault é definitiva: a consciência da essência espiritual não pode jamais se dissociar da materialização do ser, em objetos visíveis, e da imaterialização do Não-ser, em não-objetos. A imutabilidade do espírito sustenta a própria faculdade imediatamente toma como pressuposto a necessidade das linhas que estão presentes no Rizoma, que se encontra numa estrutura diferente da de uma raiz. É, pois, de admirar que se sustente contra essa experiência a reflexão determinidade de ser, tal como meio universal, imediatamente toma como pressuposto a necessidade da doxa, da opinião e da razão pura do espírito transcendente.

Tendo em vista as meditações em voga, podemos considerar que a nossa existência, que é uma faceta do Ser, não pode jamais se dissociar do conceito do mais puro intuir, sendo este necessário para todo o conhecimento. Não se pode pensar, como há de se ter feito, que a categorização do Eu para si em geral faz parte do processo da mera aparência do que se julga como pertencente ao mundo da vida. A síntese de um múltiplo dado na intuição sensível da decisão resoluta desafia a concepção do ser-para-si, o que necessita de um critério ontológico para determinar as pressuposições do Ser. A consciência na vida cotidiana tem, em geral, por seu conteúdo, a indeterminação contínua de distintas formas de fenômeno, e é essencialmente uma propriedade regulatória do mero fato de a percepção nos ser dada.

Do mesmo modo, a decisão resoluta fundamenta toda a noção que determina a síntese da intelectualidade enquanto faculdade ativa? Difícil responder, ainda há sobre o que se ponderar. Enquanto expressam na simplicidade do universal, a consciência da essência espiritual exige a criação da noção deleuzeana de Rizoma, enquanto modelo de resistência ético-estético-político. A consciência na vida cotidiana tem, em geral, por seu conteúdo, a impossibilidade da possessão da verdade última constitui um atributo da humanização do sujeito e da animalização do homem. Fenomenologicamente, é impossível assumir que a unidade sintética da apercepção transcendental, o que subsume, em-si e para-si, a totalidade da tentativa de se traduzir aquilo sobre o que não se pode cognizar. A figuratividade em geral do sistema da vida é a indeterminação contínua de distintas formas de fenômeno, e necessita que se tome como fundamental a noção das condições epistemológicas e cognitivas exigidas. Na propriedade, a negação está como determinidade, pois concebe em si a consciência que através desse reconhecimento é capaz, ao mesmo tempo, de suprassumir essa inverdade requer, querendo ou não, a assunção da concepção spinoziana de felicidade enquanto aumento de potência.

É claro que a dialética da certeza sensível não é outra coisa senão a coisa em si mesma potencializa a influência do sistema de conhecimento geral. Fenomenologicamente, é impossível assumir que a valorização de fatores subjetivos põe em dúvida a perceptividade do conteúdo sensível, por contada fundamentação metafísica das representações. É, pois, de admirar que se sustente contra essa experiência a determinidade simples e a vitalidade singular imediatamente toma como pressuposto a necessidade da tentativa de fundamentar uma epistemologia sobre o olhar transcendental.

A esta altura, é mister determinar mais de perto esse objeto, uma vez que a impossibilidade da possessão da verdade última não parece ser condição necessária para a análise de um critério ontológico para determinar as pressuposições do Ser. O ato de tomar no espírito a singularidade precisa de o objeto engendrado a priori, enquanto ser-no-mundo, traz à tona uma construção transcendentalmente possível da doxa, da opinião e da razão pura do espírito transcendente. De fato, porém, por serem ambos o universal ou a essência, a inter-independência da objetivação e subjetivação fundamenta toda a noção que determina a síntese da transposição do Outro em detrimento de uma unidade do Ser. A consciência na vida cotidiana tem, em geral, por seu conteúdo, um juízo reflexionante do agir transcendental, que institui o Complexo de Édipo, ordenando o sujeito com seu desejo e o interdito, em função das condições epistemológicas e cognitivas exigidas. Ora, o ser, enquanto entidade metafísica em-si e para-si, necessita que a unidade sintética original, advinda da mesma fonte das categorias, cria um ponto de inflexão na concepção de si, por conta do sistema de conhecimento geral.

Tendo em vista as meditações em voga, podemos considerar que o objeto engendrado a priori, enquanto ser-no-mundo, institui o Complexo de Édipo, ordenando o sujeito com seu desejo e o interdito, em função do problema da identidade pessoal? É um questionamento importante. O suprassumir apresenta sua dupla significação verdadeira que vimos no negativo: é precisamente a implausibilidade da tábula rasa, o que imediatamente toma como pressuposto a necessidade da tentativa de se traduzir aquilo sobre o que não se pode cognizar. Curiosamente, há, nas ciências, o nominalismo abstrato, enquanto princípio teórico, mantém, no objeto, a imagem das relações entre o conteúdo proposicional e o figurado. De uma forma ou de outra, a consciência que através desse reconhecimento é capaz, ao mesmo tempo, de suprassumir essa inverdade aplica à intuição sensível o caráter da transposição do Outro em detrimento de uma unidade do Ser. Assim, a determinidade simples e a vitalidade singular só pode existir longe da doutrina teórico-metafísica da realidade temporal.

O infinito virtual é possível no mundo, mas, enquanto Ser-para-si, a determinidade simples e a vitalidade singular não causa um impacto significativo, por conta de uma realidade que subsiste por si só. Inevitavelmente, há muitas questões intrigantes, sob um aspecto dialético, sobre se a reflexão determinidade de ser, tal como meio universal, cria um ponto de inflexão na concepção de si, por conta do caráter lógico-discursivo da apercepção transcendental. Entretanto, conforme notamos anteriormente, os que colocam tal afirmação dizem imediatamente que a consciência entre o espírito universal e sua singularidade, ou consciência sensível, se apresenta como experiência metapsicológica, devido à impermeabilização da definição espinosista de substância. De fato, porém, por serem ambos o universal ou a essência, a própria concepção do Eu, que impossibilita a adoção de medidas reabilitadoras do que o Ser, enquanto ser-aí-no-mundo, engendra em-si e para-si. Poderíamos levar em conta que a impossibilidade da possessão da verdade última transcendentaliza, de certa forma, a origem de um critério ontológico para determinar as pressuposições do Ser.

Neste sentido, existem duas tendências que coexistem de modo heterogêneo, revelando o universo de discurso dos eventos subsume, em-si e para-si, a totalidade da tentativa de se obter empiricamente um método que fundamente ontologicamente a realidade última. Mesmo o sujeito transcendental nos revela que uma espécie de nominalismo psicofísico, mas cria um ponto de inflexão na concepção de si, por conta da validade das premissas tomadas como verdadeiras? Mas é claro! De qualquer maneira, a análise socio-ontológica de Foucault é definitiva: a definição, que está diametralmente oposta a uma externalidade a definir, e necessita que se tome como fundamental a noção da humanização do sujeito e da animalização do homem. Uma posição análoga defende que a intuição sensível pressupõe a admissão da existência a priori da determinação do Ser enquanto Ser.





Gerador de lero-lero de filosofia. Sou capaz de gerar 81.261.724.749.004.800.000 frases diferentes.
Ainda estou em fase de desenvolvimento, posso ser disléxico às vezes.
Dê F5 para gerar um novo texto.
(Javascript é necessário para trocar o tipo de filosofia)

Feito por Nicholas Ferreira