A essência: a memória do mundo da vida



Sob uma perspectiva fenomenológica, a consciência imersa no ser da vida converte a alma em algo diverso do problema da identidade pessoal? É um questionamento importante. Inevitavelmente, há muitas questões intrigantes, sob um aspecto dialético, sobre se o objeto engendrado a priori, enquanto ser-no-mundo, se apresenta como experiência metapsicológica, devido à impermeabilização da coisa-em-si, entendida como substância retrocedente. A determinação da categoria como ser para si impõe o objeto engendrado a priori, enquanto ser-no-mundo, aplica à intuição sensível o caráter da relação entre a visão e o mundo.

Acima de tudo, é fundamental ressaltar que, de um ponto de vista metaontogênico, o início da atividade geral de formação de conceitos recorre à experiência efetiva da materialização do ser, em objetos visíveis, e da imaterialização do Não-ser, em não-objetos. Finalmente, por trás dessa questão da transcendentalidade do sujeito e da realidade, a consciência da essência espiritual e emprega uma noção intrínseca de pressuposição de todas as representações originárias de uma síntese. Neste sentido, existem duas tendências que coexistem de modo heterogêneo, revelando a canalizaçao do Ser do Ente, enquanto em-si-para-si não parece ser condição necessária para a análise da identidade, mediante a exclusão de si todo o outro. A esta altura, é mister determinar mais de perto esse objeto, uma vez que a nossa existência, que é uma faceta do Ser, reúne, no múltiplo, a síntese do conjunto cujos membros são, também, entidades comunicativas do mundo da vida.

O todo, que abrange em si os lados fixos, impõe uma espécie de nominalismo psicofísico, mas faz suscitar a subjetificação em si do dualismo ontológico das filosofias pré-hegelianas? Deixemos a questão em aberto. A investigação ontológica, que se compreende corretamente, confere à questão do ser a impossibilidade da possessão da verdade última demonstraria a incompletude da relação entre a visão e o mundo. Uma análise mais minuciosa nos mostraria que a resolução da parte que se completa em si, que não pode jamais se dissociar da multiplicidade que se encontra presa num objeto, numa estrutura de crescimento.

Finalmente, por trás dessa questão da transcendentalidade do sujeito e da realidade, a natureza orgânica que não tem história institui o Complexo de Édipo, ordenando o sujeito com seu desejo e o interdito, em função do conceito do mais puro intuir, sendo este necessário para todo o conhecimento. A matemática imanente, a que chamam de matemática pura, não põe a unidade sintética original, advinda da mesma fonte das categorias, recorre à experiência efetiva de um riacho sem início nem fim, que rói suas duas margens e adquire velocidade no meio. Quanto à alusão à experiência universal, é patente que a resolução da parte que se completa em si, que afeta, de maneira negativa, a concepção hegeliana da concepção spinoziana de felicidade enquanto aumento de potência. No entanto, o ser é um universal, por ter nele a mediação ou o negativo, em que a categorização do Eu para si em geral marca a autonomia do pensamento em relação ao fluxo de um sistema fechado, arborificado, a partir do qual a noção de Rizoma se fundamenta.

Tendo em vista as meditações em voga, podemos considerar que a coisa em si mesma tem como componentes elementos indiscerníveis do que o Ser, enquanto ser-aí-no-mundo, engendra em-si e para-si. Sob a mira do leitor, fica claro que o Dasein, tornado manifesto, recorre à experiência efetiva daquilo que é pressuposto como condição necessária para o puro agir. O eu presente na história, enquanto perspectiva dialética, não põea determinidade simples e a vitalidade singular faz parte do processo das relações entre o conteúdo proposicional e o figurado.

É, pois, de admirar que se sustente contra essa experiência a razão observadora, que só chega na natureza do orgânico à intuição de si mesma, faz parte do processo da concepção spinoziana de felicidade enquanto aumento de potência. É, pois, de admirar que se sustente contra essa experiência a unidade sintética da apercepção transcendental, o que impossibilita a adoção de medidas reabilitadoras da maneira do Ser carente de espírito. Do mesmo modo, a intuição sensível requer, querendo ou não, a assunção da concepção spinoziana de felicidade enquanto aumento de potência. Uma fisiognomia do ser precisa se distinguir das demais artes, na medida em que revela a própria faculdade parece engendrar a função de um sistema fechado, arborificado, a partir do qual a noção de Rizoma se fundamenta. Quando o que se diz de uma coisa é apenas que o aspecto de ser a consciência repelida sobre si mesma, e não existe se não perto da intelectualidade enquanto faculdade ativa? Difícil responder, ainda há sobre o que se ponderar. Sob a mira do leitor, fica claro que a própria concepção do Eu, que acarreta em um estado de coisas como o da individualidade daquilo que pretende ser o que é.

A boca que fala, a mão que trabalha, e, numa palavra, todos os órgãos, determinam a consciência da essência espiritual descreve a alavancagem da intelectualidade enquanto faculdade ativa? Difícil responder, ainda há sobre o que se ponderar. O princípio do objeto - o universal - é em sua simplicidade um mediatizado que a coisa em si mesma implica na condição necessária e suficiente da relação entre a sensação e a experiência. Poderíamos levar em conta que a decisão resoluta impossibilita a adoção de medidas reabilitadoras da coisa-em-si, entendida como substância retrocedente. O corpo da individualidade determinada pretende, de maneira sucinta, revelar um juízo reflexionante do agir transcendental, que imediatamente toma como pressuposto a necessidade do mero fato de a percepção nos ser dada.

O Uno é o momento da negação tal como ele mesmo, haja vista a implausibilidade da tábula rasa, o que deve mostrar que é possível efetuar a intersubjetivação da correlação entre a noção de mundo que o Eu pode extrair de um ponto de vista. A matemática imanente, a que chamam de matemática pura, não põe o encontrar material dos atributos, em que necessariamente precisa haver um fim, justificaria a adoção da mesma fonte da qual as categorias puras emanam. Uma análise mais minuciosa nos mostraria que a intuição sensível contém um grande número de leis, abstraindo-se da doxa, da opinião e da razão pura do espírito transcendente. Quanto à alusão à experiência universal, é patente que o ser em-si, e põe em dúvida a perceptividade do conteúdo sensível, por contado mero fato de a percepção nos ser dada. O Uno é o momento da negação tal como ele mesmo, haja vista o objeto engendrado a priori, enquanto ser-no-mundo, sucede da mesma fonte da qual as categorias puras emanam. A figuratividade em geral do sistema da vida é o aspecto de ser a consciência repelida sobre si mesma, e antecede de um critério ontológico para determinar as pressuposições do Ser.





Gerador de lero-lero de filosofia. Sou capaz de gerar 81.261.724.749.004.800.000 frases diferentes.
Ainda estou em fase de desenvolvimento, posso ser disléxico às vezes.
Dê F5 para gerar um novo texto.
(Javascript é necessário para trocar o tipo de filosofia)

Feito por Nicholas Ferreira