O nada: o entendimento do espaço e tempo



A determinação da categoria como ser para si impõe o Dasein, tornado manifesto, tem como componentes elementos indiscerníveis do que o Ser, enquanto ser-aí-no-mundo, engendra em-si e para-si. O dualismo inegável de numerosos pontos evidencia o quanto a natureza orgânica que não tem história se apresenta como experiência metapsicológica, devido à impermeabilização do dualismo ontológico das filosofias pré-hegelianas? Deixemos a questão em aberto. O movimento interno da consciência de si a própria concepção do Eu, que não parece ser condição necessária, muito menos suficiente, para o surgimento da doxa, da opinião e da razão pura do espírito transcendente.

A filosofia sem dúvidas engendra em si o universo de discurso dos eventos e emprega uma noção intrínseca de pressuposição da definição espinosista de substância. O suprassumo ideal não pode ser outro senão a observação de si, cuja universalidade contém em si mesma, de modo igualmente absoluto, a singularidade desenvolvida, justificaria a adoção da determinação do Ser enquanto Ser. A filosofia sem dúvidas engendra em si uma espécie de nominalismo psicofísico, mas subsume, em-si e para-si, a totalidade da coisa-em-si, entendida como substância retrocedente. De uma forma ou de outra, a própria faculdade pressupõe a admissão da existência a priori da dissimetria dos dois tipos de polissemia epistêmica.

De início, a consciência de si é ser para si simples, pois é a determinidade simples e a vitalidade singular certamente é uma condição necessária para a defesa da doxa, da opinião e da razão pura do espírito transcendente. A síntese de um múltiplo dado na intuição sensível da valorização de fatores subjetivos exige a criação da transposição do Outro em detrimento de uma unidade do Ser. O Ser é em-si e para-si, e a intuição sensível não parece ser condição necessária para a análise do conjunto cujos membros são, também, entidades comunicativas do mundo da vida.

Finalmente, por trás dessa questão da transcendentalidade do sujeito e da realidade, a percepção quanto ao mundo institui o Complexo de Édipo, ordenando o sujeito com seu desejo e o interdito, em função da substancialidade em que sobrejaz a concepção heideggeriana do tempo. Mesmo o sujeito transcendental nos revela que o universo de discurso dos eventos não existe se não perto da demonstração de que o que é pressuposto, o é como Ser-em-si. O uso exaustivo do raciocínio apriorístico implica em assumir que a necessidade de renovação conceitual padroniza, de maneira uniforme, a defesada identidade, mediante a exclusão de si todo o outro. Por outro lado, o ser em-si, e afeta, de maneira negativa, a concepção hegeliana das condições epistemológicas e cognitivas exigidas.

A síntese de um múltiplo dado na intuição sensível da consciência da essência espiritual precede do problema da identidade pessoal? É um questionamento importante. Tendo em vista as meditações em voga, podemos considerar que o objeto engendrado a priori, enquanto ser-no-mundo, insere, na unidade da consciência performativa, a prova de uma metafísica da presença? Cabe ao leitor julgar. A investigação ontológica, que se compreende corretamente, confere à questão do ser o Dasein, tornado manifesto, só pode existir longe da definição espinosista de substância. Na totalidade do movimento, a intuição sensível determina, de maneira transcendental, a síntese da multiplicidade que se encontra presa num objeto, numa estrutura de crescimento.

A imutabilidade do espírito sustenta o universo de discurso dos eventos põe em dúvida a perceptividade do conteúdo sensível, por contada maneira do Ser carente de espírito. Mas se a necessidade do conceito exclui o universo de discurso dos eventos se apresenta como experiência metapsicológica, devido à impermeabilização da concepção spinoziana de felicidade enquanto aumento de potência. O corpo da individualidade determinada pretende, de maneira sucinta, revelar o objeto engendrado a priori, enquanto ser-no-mundo, é essencialmente uma propriedade regulatória da multiplicidade que se encontra presa num objeto, numa estrutura de crescimento.

Uma visão continental diria que o ato de ser seu ser para si, que é um singular, precede da coisa-em-si, entendida como substância retrocedente. O empenho em analisar, de maneira dialético-transcendental, o comportamento dessa consciência, a ser tratado de agora em diante, não implica na aceitação direta e imediata da relação entre a sensação e a experiência. Uma visão continental diria que a razão observadora, que só chega na natureza do orgânico à intuição de si mesma, subsume, em-si e para-si, a totalidade do problema da identidade pessoal? É um questionamento importante.

Curiosamente, há, nas ciências, a valorização de fatores subjetivos não significa outra coisa além do mero fato de a percepção nos ser dada. A análise da movimento das consciência de si um primado ontológico que vai muito além de simplesmente reassumir uma tradição venerada, e recorre à experiência efetiva da justificação da necessidade de uma unidade sintética da apercepção transcendental. A universalidade sensível da unidade imediata fundamenta a consciência da essência espiritual aparenta ser, até agora, um problema sem transparência da tentativa de fundamentar uma epistemologia sobre o olhar transcendental.





Gerador de lero-lero de filosofia. Sou capaz de gerar 81.261.724.749.004.800.000 frases diferentes.
Ainda estou em fase de desenvolvimento, posso ser disléxico às vezes.
Dê F5 para gerar um novo texto.
(Javascript é necessário para trocar o tipo de filosofia)

Feito por Nicholas Ferreira