Motivos para as ideias do mundo



De qualquer maneira, a análise socio-ontológica de Foucault é definitiva: o aspecto de ser a consciência repelida sobre si mesma, e recorre à experiência efetiva da determinação final daquilo que é tomado como o saber. Enquanto expressam na simplicidade do universal, a singularidade, em si essente, tem como componentes elementos indiscerníveis de uma realidade que subsiste por si só. Nesses momentos conjuntamente, a coisa está completa como o verdadeiro da percepção, o que não põe o Dasein, tornado manifesto, potencializa a influência da substancialidade em que sobrejaz a concepção heideggeriana do tempo. É, pois, de admirar que se sustente contra essa experiência o nominalismo abstrato, enquanto princípio teórico, descreve a alavancagem do caráter lógico-discursivo da apercepção transcendental. Sob a mira do leitor, fica claro que a necessidade de renovação conceitual marca a autonomia do pensamento em relação ao fluxo da doutrina teórico-metafísica da realidade temporal. O objeto que eu apreendo, e que apresenta-se como puramente Uno, não é senão a consciência da essência espiritual reúne, no múltiplo, a síntese de todas as representações originárias de uma síntese.

A filosofia, ao contrário, não considera que a unidade sintética original, advinda da mesma fonte das categorias, não implica na aceitação direta e imediata de uma perspectiva fenomenológica em detrimento de compromissos ontológicos. A determinação da categoria como ser para si impõe a categorização do Eu para si em geral traz à tona uma construção transcendentalmente possível da fundamentação metafísica das representações. Poderíamos levar em conta que a consciência da essência espiritual implica na condição necessária e suficiente da dissimetria dos dois tipos de polissemia epistêmica. A síntese de um múltiplo dado na intuição sensível do universo de discurso dos eventos precede da mera aparência do que se julga como pertencente ao mundo da vida. Uma posição análoga defende que o encontrar material dos atributos, em que necessariamente precisa haver um fim, recorre à experiência efetiva da determinação do Ser enquanto Ser.

Sob a mira do leitor, fica claro que um juízo reflexionante do agir transcendental, que eleva ao patamar de coisa-em-si a concepção da demonstração de que o que é pressuposto, o é como Ser-em-si. Finalmente, por trás dessa questão da transcendentalidade do sujeito e da realidade, a percepção quanto ao mundo imediatamente toma como pressuposto a necessidade da noção deleuzeana de Rizoma, enquanto modelo de resistência ético-estético-político. Ora, a própria concepção ontológica do Ser em Heidegger deixa claro que a reflexão determinidade de ser, tal como meio universal, descreve a alavancagem da tentativa de fundamentar uma epistemologia sobre o olhar transcendental. Ora, a figura exterior, enquanto não sendo um órgão do agir, encontra em si a determinação ou essência desses sistemas, que não está no orgânico como tal, não parece ser condição necessária para a análise da tentativa de fundamentar uma epistemologia sobre o olhar transcendental.

Poderíamos levar em conta que a unidade sintética original, advinda da mesma fonte das categorias, não parece ser condição necessária para a análise da materialização do ser, em objetos visíveis, e da imaterialização do Não-ser, em não-objetos. O uso exaustivo do raciocínio apriorístico implica em assumir que o objeto inessencial de si para si renuncia à razão, a despeito da demonstração de que o que é pressuposto, o é como Ser-em-si. Uma posição análoga defende que a razão observadora, que só chega na natureza do orgânico à intuição de si mesma, padroniza, de maneira uniforme, a defesade todas as representações originárias de uma síntese. A matemática imanente, a que chamam de matemática pura, não põe o nominalismo abstrato, enquanto princípio teórico, é essencialmente uma propriedade regulatória da relação entre a visão e o mundo. Como seria possível uma episteme pura? Ora, basta considerar que a consciência imersa no ser da vida insere, na unidade da consciência performativa, a prova da humanização do sujeito e da animalização do homem. A investigação ontológica, que se compreende corretamente, confere à questão do ser a coisa em si mesma impossibilita a adoção de medidas reabilitadoras daquilo que é pressuposto como condição necessária para o puro agir.

O cuidado em identificar pontos críticos no aspecto de ser a consciência repelida sobre si mesma, e renuncia à razão, a despeito da definição espinosista de substância. Mesmo o sujeito transcendental nos revela que a decisão resoluta precede da dissimetria dos dois tipos de polissemia epistêmica. A universalidade sensível da unidade imediata fundamenta o ser em-si, e apresenta um contraexemplo à noção da fundamentação metafísica das representações. Por outro lado, o início da atividade geral de formação de conceitos não significa outra coisa além da correlação entre a noção de mundo que o Eu pode extrair de um ponto de vista.

Finalmente, por trás dessa questão da transcendentalidade do sujeito e da realidade, a inter-independência da objetivação e subjetivação certamente é uma condição necessária para a defesa da demonstração de que o que é pressuposto, o é como Ser-em-si. Uma análise mais minuciosa nos mostraria que a indeterminação contínua de distintas formas de fenômeno, e é consequência de uma abordagem anti-realista, como a da demonstração de que o que é pressuposto, o é como Ser-em-si. Uma fisiognomia do ser precisa se distinguir das demais artes, na medida em que revela a canalizaçao do Ser do Ente, enquanto em-si-para-si e emprega uma noção intrínseca de pressuposição da tentativa de se traduzir aquilo sobre o que não se pode cognizar. Uma análise mais minuciosa nos mostraria que a necessidade de renovação conceitual e emprega uma noção intrínseca de pressuposição da justificação da necessidade de uma unidade sintética da apercepção transcendental.





Gerador de lero-lero de filosofia. Sou capaz de gerar 81.261.724.749.004.800.000 frases diferentes.
Ainda estou em fase de desenvolvimento, posso ser disléxico às vezes.
Dê F5 para gerar um novo texto.
(Javascript é necessário para trocar o tipo de filosofia)

Feito por Nicholas Ferreira