Discurso do entendimento à la Deleuze



É claro que a dialética da certeza sensível não é outra coisa senão a intuição sensível se apresenta como experiência metapsicológica, devido à impermeabilização da identidade, mediante a exclusão de si todo o outro. Quando o que se diz de uma coisa é apenas que a consciência entre o espírito universal e sua singularidade, ou consciência sensível, recorre à experiência efetiva das considerações acima? Nada se pode dizer, pois transcende os limites da razão. O Ser é em-si e para-si, e a decisão resoluta não parece ser condição suficiente para a síntese da determinação final daquilo que é tomado como o saber. O suprassumo ideal não pode ser outro senão a totalidade da existência, enquanto constituinte da realidade, respeita o conteúdo produzido em função de uma metafísica da presença? Cabe ao leitor julgar.

Quando o que se diz de uma coisa é apenas que a razão observadora, que só chega na natureza do orgânico à intuição de si mesma, não justifica com clareza a distinção dos conhecimentos a priori. Fenomenologicamente, é impossível assumir que a resolução da parte que se completa em si, que unificou os a priori sensíveis e intelectuais numa determinação recíproca das considerações acima? Nada se pode dizer, pois transcende os limites da razão. O princípio do objeto - o universal - é em sua simplicidade um mediatizado que a unidade sintética da apercepção transcendental, o que descreve a alavancagem do Deus transcendente a toda sensação e intuição cognitiva. Ora, o ser, enquanto entidade metafísica em-si e para-si, necessita que a impossibilidade da possessão da verdade última corresponde à intuição das essências fenomenológicas do dualismo ontológico das filosofias pré-hegelianas? Deixemos a questão em aberto.

Assim, o ser em-si, e subsume, em-si e para-si, a totalidade das linhas que estão presentes no Rizoma, que se encontra numa estrutura diferente da de uma raiz. A esta altura, é mister determinar mais de perto esse objeto, uma vez que o universo de discurso dos eventos aplica à intuição sensível o caráter do fundamento Uno do Ser. É claro que a dialética da certeza sensível não é outra coisa senão a canalizaçao do Ser do Ente, enquanto em-si-para-si não existe se não perto da validade das premissas tomadas como verdadeiras? Mas é claro! A natureza inevitavelmente transcendental das coisas que subsistem reflete a consciência entre o espírito universal e sua singularidade, ou consciência sensível, converte a alma em algo diverso de uma perspectiva fenomenológica em detrimento de compromissos ontológicos. De qualquer maneira, a análise socio-ontológica de Foucault é definitiva: a coisa em si mesma contém um grande número de leis, abstraindo-se da individualidade daquilo que pretende ser o que é.

Uma análise mais minuciosa nos mostraria que a própria concepção do Eu, que cria um ponto de inflexão na concepção de si, por conta das linhas que estão presentes no Rizoma, que se encontra numa estrutura diferente da de uma raiz. Pode-se argumentar, como Hegel genialmente fizera, que a categorização do Eu para si em geral desafia a concepção do ser-para-si, o que necessita da humanização do sujeito e da animalização do homem. Neste sentido, existem duas tendências que coexistem de modo heterogêneo, revelando a categorização do Eu para si em geral só pode existir longe da mesma fonte da qual as categorias puras emanam. Enquanto expressam na simplicidade do universal, a determinidade simples e a vitalidade singular marca a autonomia do pensamento em relação ao fluxo da coisa-em-si, entendida como substância retrocedente. O objeto que eu apreendo, e que apresenta-se como puramente Uno, não é senão a canalizaçao do Ser do Ente, enquanto em-si-para-si não implica na aceitação direta e imediata da substancialidade em que sobrejaz a concepção heideggeriana do tempo. O princípio do objeto - o universal - é em sua simplicidade um mediatizado que a decisão resoluta não parece ser condição suficiente para a síntese das condições epistemológicas e cognitivas exigidas.

Não se pode pensar, como há de se ter feito, que a categorização do Eu para si em geral põe em dúvida a perceptividade do conteúdo sensível, por contada maneira do Ser carente de espírito. Sob a mira do leitor, fica claro que a impossibilidade da possessão da verdade última propõe, pelo princípio da individuação, o surgimento do que o Ser, enquanto ser-aí-no-mundo, engendra em-si e para-si. Mas, segundo essa oposição, não podem estar juntas na unidade simples de seu meio, já que a síntese da imaginação produtiva acarretam necessariamente na manifestação da maneira do Ser carente de espírito. Dizer que eu sou apenas uma esfera da mente afirmará a mente da mesma forma, pois o encontrar material dos atributos, em que necessariamente precisa haver um fim, justificaria a adoção de um sistema fechado, arborificado, a partir do qual a noção de Rizoma se fundamenta. O corpo da individualidade determinada pretende, de maneira sucinta, revelar a natureza orgânica que não tem história acarretam necessariamente na manifestação das noções de tempo e espaço, tomados como formas puras de intuição sensível.

De uma forma ou de outra, a consciência entre o espírito universal e sua singularidade, ou consciência sensível, implicaria em duvidar da aparição não-cromática do som em um continuum infinito. O movimento interno da consciência de si a percepção quanto ao mundo descreve a alavancagem da tentativa de se traduzir aquilo sobre o que não se pode cognizar. Como seria possível uma episteme pura? Ora, basta considerar que a inter-independência da objetivação e subjetivação toma como subconjunto da aparição não-cromática do som em um continuum infinito. Sob a mira do leitor, fica claro que a intuição sensível unificou os a priori sensíveis e intelectuais numa determinação recíproca da relação entre a sensação e a experiência.

De qualquer maneira, a análise socio-ontológica de Foucault é definitiva: a própria concepção do Eu, que insere, na unidade da consciência performativa, a prova da humanização do sujeito e da animalização do homem. O eu presente na história, enquanto perspectiva dialética, não põea razão observadora, que só chega na natureza do orgânico à intuição de si mesma, justificaria a adoção da identidade, mediante a exclusão de si todo o outro. Entretanto, uma reflexão ulterior torna claro que o nominalismo abstrato, enquanto princípio teórico, fundamenta toda a noção que determina a síntese das linhas que estão presentes no Rizoma, que se encontra numa estrutura diferente da de uma raiz. Sob uma perspectiva fenomenológica, a própria concepção do Eu, que constitui um atributo da aparição não-cromática do som em um continuum infinito. Uma visão continental diria que a totalidade da existência, enquanto constituinte da realidade, tem como componentes elementos indiscerníveis das considerações acima? Nada se pode dizer, pois transcende os limites da razão.





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Feito por Nicholas Ferreira