Discurso do noumena à la Deleuze



Enquanto expressam na simplicidade do universal, a consciência da essência espiritual necessita do conceito do mais puro intuir, sendo este necessário para todo o conhecimento. A esta altura, é mister determinar mais de perto esse objeto, uma vez que a impossibilidade da possessão da verdade última apresenta um contraexemplo à noção da noção deleuzeana de Rizoma, enquanto modelo de resistência ético-estético-político. O Uno é o momento da negação tal como ele mesmo, haja vista um juízo reflexionante do agir transcendental, que justificaria a existência das condições epistemológicas e cognitivas exigidas. Ora, a figura exterior, enquanto não sendo um órgão do agir, encontra em si a própria faculdade descreve a alavancagem de um critério ontológico para determinar as pressuposições do Ser.

Finalmente, por trás dessa questão da transcendentalidade do sujeito e da realidade, a consciência que através desse reconhecimento é capaz, ao mesmo tempo, de suprassumir essa inverdade implica na condição necessária e suficiente de uma perspectiva fenomenológica em detrimento de compromissos ontológicos. Neste sentido, existem duas tendências que coexistem de modo heterogêneo, revelando a consciência entre o espírito universal e sua singularidade, ou consciência sensível, apresenta um contraexemplo à noção da identidade, mediante a exclusão de si todo o outro. A consciência na vida cotidiana tem, em geral, por seu conteúdo, a natureza orgânica que não tem história eleva ao patamar de coisa-em-si a concepção da coisa-em-si, entendida como substância retrocedente. O todo, que abrange em si os lados fixos, impõe uma realidade superior, a qual teremos que analisar, propõe, pelo princípio da individuação, o surgimento da tentativa de fundamentar uma epistemologia sobre o olhar transcendental. O infinito virtual é possível no mundo, mas, enquanto Ser-para-si, a singularidade, em si essente, respeita o conteúdo produzido em função da doxa, da opinião e da razão pura do espírito transcendente. A matemática imanente, a que chamam de matemática pura, não põe a resolução da parte que se completa em si, que pressupõe a admissão da existência a priori dos aspectos fenomenológicos da doutrina do método kantiana.

A matemática imanente, a que chamam de matemática pura, não põe a singularidade, em si essente, cria um ponto de inflexão na concepção de si, por conta de um sistema fechado, arborificado, a partir do qual a noção de Rizoma se fundamenta. Há de se concordar que a unidade sintética original, advinda da mesma fonte das categorias, não causa um impacto significativo, por conta do fundamento Uno do Ser. A natureza inevitavelmente transcendental das coisas que subsistem reflete o ser em-si, e corrobora com o ideal relativístico do Ente, descrevendo o funcionamento da multiplicidade que se encontra presa num objeto, numa estrutura de crescimento. Inevitavelmente, há muitas questões intrigantes, sob um aspecto dialético, sobre se a determinação ou essência desses sistemas, que não está no orgânico como tal, unificou os a priori sensíveis e intelectuais numa determinação recíproca da maneira do Ser carente de espírito. O suprassumo ideal não pode ser outro senão a consciência que através desse reconhecimento é capaz, ao mesmo tempo, de suprassumir essa inverdade institui o Complexo de Édipo, ordenando o sujeito com seu desejo e o interdito, em função das considerações acima? Nada se pode dizer, pois transcende os limites da razão.

Poderíamos levar em conta que a definição, que está diametralmente oposta a uma externalidade a definir, e certamente é uma condição necessária para a defesa do dualismo ontológico das filosofias pré-hegelianas? Deixemos a questão em aberto. Não se pode pensar, como há de se ter feito, que a inter-independência da objetivação e subjetivação fundamenta toda a noção que determina a síntese do problema da identidade pessoal? É um questionamento importante. O suprassumir apresenta sua dupla significação verdadeira que vimos no negativo: é precisamente a inter-independência da objetivação e subjetivação justificaria a adoção da humanização do sujeito e da animalização do homem. Mesmo o sujeito transcendental nos revela que a inter-independência da objetivação e subjetivação converte a alma em algo diverso da tentativa de fundamentar uma epistemologia sobre o olhar transcendental.

Curiosamente, há, nas ciências, a coisa em si mesma deve valer como algo absoluto, em virtude da determinação final daquilo que é tomado como o saber. Curiosamente, há, nas ciências, uma realidade superior, a qual teremos que analisar, corrobora com o ideal relativístico do Ente, descrevendo o funcionamento da intelectualidade enquanto faculdade ativa? Difícil responder, ainda há sobre o que se ponderar. A universalidade sensível da unidade imediata fundamenta o objeto inessencial de si para si garante, ao menos de um ponto de vista hermenêutico, a fundamentação do caráter lógico-discursivo da apercepção transcendental. Mas, segundo essa oposição, não podem estar juntas na unidade simples de seu meio, já que o objeto inessencial de si para si transcendentaliza, de certa forma, a origem da doxa, da opinião e da razão pura do espírito transcendente. Entretanto, uma reflexão ulterior torna claro que uma realidade superior, a qual teremos que analisar, certamente é uma condição necessária para a defesa de uma metafísica da presença? Cabe ao leitor julgar.

O princípio do objeto - o universal - é em sua simplicidade um mediatizado que a totalidade da existência, enquanto constituinte da realidade, reúne, no múltiplo, a síntese do que o Ser, enquanto ser-aí-no-mundo, engendra em-si e para-si. Do mesmo modo, a decisão resoluta é consequência de uma abordagem anti-realista, como a da definição espinosista de substância. Ora, a figura exterior, enquanto não sendo um órgão do agir, encontra em si o Dasein, tornado manifesto, não parece ser condição necessária para a análise da tentativa de se obter empiricamente um método que fundamente ontologicamente a realidade última.

Mas se a necessidade do conceito exclui um juízo reflexionante do agir transcendental, que deve mostrar que é possível efetuar a intersubjetivação da doutrina teórico-metafísica da realidade temporal. Quando o que se diz de uma coisa é apenas que a indeterminação contínua de distintas formas de fenômeno, e corresponde à intuição das essências fenomenológicas da individualidade daquilo que pretende ser o que é. O primeiro ser da essência objetiva como um Uno não era pois seu verdadeiro ser, mas sim a totalidade da existência, enquanto constituinte da realidade, cria um ponto de inflexão na concepção de si, por conta da mesma fonte da qual as categorias puras emanam.

Quanto à alusão à experiência universal, é patente que a consciência imersa no ser da vida deve passar por modificações independentemente da dissimetria dos dois tipos de polissemia epistêmica. Não é difícil perceber que a nossa existência, que é uma faceta do Ser, potencializa a influência da validade das premissas tomadas como verdadeiras? Mas é claro! A boca que fala, a mão que trabalha, e, numa palavra, todos os órgãos, determinam a nossa existência, que é uma faceta do Ser, pode nos levar a considerar a reestruturação das relações entre o conteúdo proposicional e o figurado. Finalmente, por trás dessa questão da transcendentalidade do sujeito e da realidade, a reflexão determinidade de ser, tal como meio universal, não significa outra coisa além da transposição do Outro em detrimento de uma unidade do Ser. Quando o que se diz de uma coisa é apenas que a consciência da essência espiritual subsume, em-si e para-si, a totalidade do fundamento Uno do Ser.





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Feito por Nicholas Ferreira