Ensaio sobre a sociedade da história do pensamento



O movimento interno da consciência de si a natureza orgânica que não tem história corrobora com o ideal relativístico do Ente, descrevendo o funcionamento da doutrina teórico-metafísica da realidade temporal. No emergir do princípio, ao mesmo tempo, vieram a ser os dois momentos em que a determinidade simples e a vitalidade singular acarreta em um estado de coisas como o de um sistema fechado, arborificado, a partir do qual a noção de Rizoma se fundamenta. Curiosamente, há, nas ciências, a implausibilidade da tábula rasa, o que deve passar por modificações independentemente do problema da identidade pessoal? É um questionamento importante. O objeto que eu apreendo, e que apresenta-se como puramente Uno, não é senão o início da atividade geral de formação de conceitos se apresenta como experiência metapsicológica, devido à impermeabilização da humanização do sujeito e da animalização do homem. A filosofia, ao contrário, não considera que a definição, que está diametralmente oposta a uma externalidade a definir, e imediatamente toma como pressuposto a necessidade do sistema de conhecimento geral.

De uma forma ou de outra, a canalizaçao do Ser do Ente, enquanto em-si-para-si implicaria em duvidar das noções de tempo e espaço, tomados como formas puras de intuição sensível. O corpo da individualidade determinada pretende, de maneira sucinta, revelar a própria concepção do Eu, que não parece ser condição necessária, muito menos suficiente, para o surgimento do Deus transcendente a toda sensação e intuição cognitiva. No que concerne ao tempo, o objeto engendrado a priori, enquanto ser-no-mundo, necessita das relações entre o conteúdo proposicional e o figurado. Uma visão continental diria que a consciência entre o espírito universal e sua singularidade, ou consciência sensível, traz à tona uma construção transcendentalmente possível da materialização do ser, em objetos visíveis, e da imaterialização do Não-ser, em não-objetos.

Neste sentido, existem duas tendências que coexistem de modo heterogêneo, revelando a implausibilidade da tábula rasa, o que afeta, de maneira negativa, a concepção hegeliana da tentativa de se traduzir aquilo sobre o que não se pode cognizar. Mas se a necessidade do conceito exclui o objeto inessencial de si para si não justifica com clareza a distinção da fundamentação metafísica das representações. Mas se a necessidade do conceito exclui a reflexão determinidade de ser, tal como meio universal, eleva ao patamar de coisa-em-si a concepção da materialização do ser, em objetos visíveis, e da imaterialização do Não-ser, em não-objetos. A esta altura, é mister determinar mais de perto esse objeto, uma vez que a natureza orgânica que não tem história deve valer como algo absoluto, em virtude da identidade, mediante a exclusão de si todo o outro. A figuratividade em geral do sistema da vida é o ser em-si, e padroniza, de maneira uniforme, a defesados conhecimentos a priori.

Ora, o ser, enquanto entidade metafísica em-si e para-si, necessita que a natureza orgânica que não tem história fundamenta toda a noção que determina a síntese das condições epistemológicas e cognitivas exigidas. Uma posição análoga defende que o universo de discurso dos eventos é consequência de uma abordagem anti-realista, como a do dualismo ontológico das filosofias pré-hegelianas? Deixemos a questão em aberto. Sob a mira do leitor, fica claro que a definição, que está diametralmente oposta a uma externalidade a definir, e descreve a alavancagem da humanização do sujeito e da animalização do homem. Sob a mira do leitor, fica claro que a implausibilidade da tábula rasa, o que parece engendrar a função do sistema de conhecimento geral. Sob uma perspectiva fenomenológica, o encontrar material dos atributos, em que necessariamente precisa haver um fim, requer, querendo ou não, a assunção da demonstração de que o que é pressuposto, o é como Ser-em-si. Na propriedade, a negação está como determinidade, pois concebe em si a consciência da essência espiritual pressupõe a admissão da existência a priori da demonstração de que o que é pressuposto, o é como Ser-em-si.

O primeiro ser da essência objetiva como um Uno não era pois seu verdadeiro ser, mas sim o ato de ser seu ser para si, que é um singular, traz à tona uma construção transcendentalmente possível da relação entre a sensação e a experiência. De maneira sucinta, a interioridade do Ser social, eminentemente enquanto Ser, prova que o ato de ser seu ser para si, que é um singular, não existe se não perto da validade das premissas tomadas como verdadeiras? Mas é claro! Como seria possível uma episteme pura? Ora, basta considerar que a determinação ou essência desses sistemas, que não está no orgânico como tal, é consequência de uma abordagem anti-realista, como a da transposição do Outro em detrimento de uma unidade do Ser. Assim, a consciência entre o espírito universal e sua singularidade, ou consciência sensível, consiste na objetificação da validade das premissas tomadas como verdadeiras? Mas é claro!

Sob a mira do leitor, fica claro que o Dasein, tornado manifesto, requer, querendo ou não, a assunção das linhas que estão presentes no Rizoma, que se encontra numa estrutura diferente da de uma raiz. Contudo, a crítica contundente de Deleuze/Guatarri - dupla implacável - nos mostra que a impossibilidade da possessão da verdade última fundamenta toda a noção que determina a síntese da fundamentação metafísica das representações. O movimento interno da consciência de si a inter-independência da objetivação e subjetivação apresenta um contraexemplo à noção da determinação final daquilo que é tomado como o saber.

A esta altura, é mister determinar mais de perto esse objeto, uma vez que um juízo reflexionante do agir transcendental, que determina, de maneira transcendental, a síntese da tentativa de se obter empiricamente um método que fundamente ontologicamente a realidade última. Entretanto, conforme notamos anteriormente, os que colocam tal afirmação dizem imediatamente que a valorização de fatores subjetivos pressupõe a admissão da existência a priori dos aspectos fenomenológicos da doutrina do método kantiana. Há de se concordar que a consciência entre o espírito universal e sua singularidade, ou consciência sensível, implica na condição necessária e suficiente do Deus transcendente a toda sensação e intuição cognitiva. A análise da movimento das consciência de si a impossibilidade da possessão da verdade última antecede da doutrina teórico-metafísica da realidade temporal. Ora, a figura exterior, enquanto não sendo um órgão do agir, encontra em si a categorização do Eu para si em geral deve passar por modificações independentemente da tentativa de se obter empiricamente um método que fundamente ontologicamente a realidade última.

Inevitavelmente, há muitas questões intrigantes, sob um aspecto dialético, sobre se uma realidade superior, a qual teremos que analisar, consistiria primeiramente em não pôr o acontecimento sob a autoridade de uma nova origem pura da multiplicidade que se encontra presa num objeto, numa estrutura de crescimento. Finalmente, por trás dessa questão da transcendentalidade do sujeito e da realidade, a necessidade de renovação conceitual recorre à experiência efetiva da noção deleuzeana de Rizoma, enquanto modelo de resistência ético-estético-político. Sob a mira do leitor, fica claro que a própria faculdade unificou os a priori sensíveis e intelectuais numa determinação recíproca da maneira do Ser carente de espírito.





Gerador de lero-lero de filosofia. Sou capaz de gerar 81.261.724.749.004.800.000 frases diferentes.
Ainda estou em fase de desenvolvimento, posso ser disléxico às vezes.
Dê F5 para gerar um novo texto.
(Javascript é necessário para trocar o tipo de filosofia)

Feito por Nicholas Ferreira