Filosofia: a sociedade da vida



A matemática imanente, a que chamam de matemática pura, não põe a necessidade de renovação conceitual necessita da dissimetria dos dois tipos de polissemia epistêmica. A imutabilidade do espírito sustenta a síntese da imaginação produtiva impossibilita a adoção de medidas reabilitadoras da multiplicidade que se encontra presa num objeto, numa estrutura de crescimento. O empenho em analisar, de maneira dialético-transcendental, o nominalismo abstrato, enquanto princípio teórico, faz suscitar a subjetificação em si do fundamento Uno do Ser. Sob uma perspectiva fenomenológica, a determinidade simples e a vitalidade singular desafia a concepção do ser-para-si, o que necessita da relação entre a visão e o mundo. A situação parece particularmente favorável quando a reflexão determinidade de ser, tal como meio universal, necessita que se tome como fundamental a noção da demonstração de que o que é pressuposto, o é como Ser-em-si.

O empenho em analisar, de maneira dialético-transcendental, a coisa em si mesma aparenta ser, até agora, um problema sem transparência da fundamentação metafísica das representações. A esta altura, é mister determinar mais de perto esse objeto, uma vez que a determinação ou essência desses sistemas, que não está no orgânico como tal, requer, querendo ou não, a assunção do mero fato de a percepção nos ser dada. A determinação da categoria como ser para si impõe a inter-independência da objetivação e subjetivação deve valer como algo absoluto, em virtude do fundamento Uno do Ser. O primeiro ser da essência objetiva como um Uno não era pois seu verdadeiro ser, mas sim a coisa em si mesma converte a alma em algo diverso das noções de tempo e espaço, tomados como formas puras de intuição sensível. No entanto, o ser é um universal, por ter nele a mediação ou o negativo, em que uma realidade superior, a qual teremos que analisar, e emprega uma noção intrínseca de pressuposição das condições epistemológicas e cognitivas exigidas.

O princípio do objeto - o universal - é em sua simplicidade um mediatizado que a totalidade da existência, enquanto constituinte da realidade, eleva ao patamar de coisa-em-si a concepção de um critério ontológico para determinar as pressuposições do Ser. Do mesmo modo, uma realidade superior, a qual teremos que analisar, institui o Complexo de Édipo, ordenando o sujeito com seu desejo e o interdito, em função das retroações, proliferações, conexões e fractalizações do mapeamento do Ser. As obras, frutos das ações, exteriorizam-se e causam ingerência no ser, o que não põe a indeterminação contínua de distintas formas de fenômeno, e apresenta um contraexemplo à noção daquilo que é pressuposto como condição necessária para o puro agir.

O movimento interno da consciência de si a indeterminação contínua de distintas formas de fenômeno, e contém um grande número de leis, abstraindo-se da mera aparência do que se julga como pertencente ao mundo da vida. Pode-se argumentar, como Hegel genialmente fizera, que a singularidade, em si essente, não pode jamais se dissociar do mero fato de a percepção nos ser dada. Desta maneira, o conflito da psique inconsciente, corrobora o ato de ser seu ser para si, que é um singular, eleva ao patamar de coisa-em-si a concepção das considerações acima? Nada se pode dizer, pois transcende os limites da razão. Quando o que se diz de uma coisa é apenas que a natureza orgânica que não tem história implicaria em duvidar das retroações, proliferações, conexões e fractalizações do mapeamento do Ser. No entanto, não podemos esquecer da determinidade simples e a vitalidade singular corrobora com o ideal relativístico do Ente, descrevendo o funcionamento do mero fato de a percepção nos ser dada.

Assim, a determinação ou essência desses sistemas, que não está no orgânico como tal, certamente é uma condição necessária para a defesa da fundamentação metafísica das representações. Não é difícil perceber que a coisa em si mesma recorre à experiência efetiva da definição espinosista de substância. Tendo em vista as meditações em voga, podemos considerar que a percepção quanto ao mundo transcendentaliza, de certa forma, a origem da aparição não-cromática do som em um continuum infinito. Não se pode pensar, como há de se ter feito, que a inter-independência da objetivação e subjetivação não pode jamais se dissociar das relações entre o conteúdo proposicional e o figurado.

A síntese de um múltiplo dado na intuição sensível da necessidade de renovação conceitual recorre à experiência efetiva das condições epistemológicas e cognitivas exigidas. Na propriedade, a negação está como determinidade, pois concebe em si a unidade sintética original, advinda da mesma fonte das categorias, não parece ser condição necessária, muito menos suficiente, para o surgimento das condições epistemológicas e cognitivas exigidas. Por outro lado, o aspecto de ser a consciência repelida sobre si mesma, e põe em dúvida a perceptividade do conteúdo sensível, por contadas linhas que estão presentes no Rizoma, que se encontra numa estrutura diferente da de uma raiz. Ora, a própria concepção ontológica do Ser em Heidegger deixa claro que um primado ontológico que vai muito além de simplesmente reassumir uma tradição venerada, e apresenta um contraexemplo à noção da mesma fonte da qual as categorias puras emanam. É, pois, de admirar que se sustente contra essa experiência a reflexão determinidade de ser, tal como meio universal, subsume, em-si e para-si, a totalidade do dualismo ontológico das filosofias pré-hegelianas? Deixemos a questão em aberto.

Entretanto, uma reflexão ulterior torna claro que o Dasein, tornado manifesto, pode nos levar a considerar a reestruturação do caráter lógico-discursivo da apercepção transcendental. O infinito virtual é possível no mundo, mas, enquanto Ser-para-si, uma espécie de nominalismo psicofísico, mas precede de um critério ontológico para determinar as pressuposições do Ser. Finalmente, por trás dessa questão da transcendentalidade do sujeito e da realidade, a coisa em si mesma necessita dos aspectos fenomenológicos da doutrina do método kantiana.

A universalidade sensível da unidade imediata fundamenta a determinação ou essência desses sistemas, que não está no orgânico como tal, não existe se não perto da doutrina teórico-metafísica da realidade temporal. A boca que fala, a mão que trabalha, e, numa palavra, todos os órgãos, determinam a natureza orgânica que não tem história tem como componentes elementos indiscerníveis do conjunto cujos membros são, também, entidades comunicativas do mundo da vida. Uma análise mais minuciosa nos mostraria que a reflexão determinidade de ser, tal como meio universal, fundamenta toda a noção que determina a síntese da fundamentação metafísica das representações.





Gerador de lero-lero de filosofia. Sou capaz de gerar 81.261.724.749.004.800.000 frases diferentes.
Ainda estou em fase de desenvolvimento, posso ser disléxico às vezes.
Dê F5 para gerar um novo texto.
(Javascript é necessário para trocar o tipo de filosofia)

Feito por Nicholas Ferreira