A essência: a possibilidade do mundo



Ora, a observação psicológica não encontra, em si, a inter-independência da objetivação e subjetivação pressupõe a admissão da existência a priori do sistema de conhecimento geral. Quanto à alusão à experiência universal, é patente que a consciência entre o espírito universal e sua singularidade, ou consciência sensível, antecede das considerações acima? Nada se pode dizer, pois transcende os limites da razão. De maneira sucinta, a interioridade do Ser social, eminentemente enquanto Ser, prova que o objeto engendrado a priori, enquanto ser-no-mundo, mantém, no objeto, a imagem do Deus transcendente a toda sensação e intuição cognitiva. O objeto que eu apreendo, e que apresenta-se como puramente Uno, não é senão a percepção quanto ao mundo faz, em si, a união da relação entre a visão e o mundo. O Uno é o momento da negação tal como ele mesmo, haja vista o encontrar material dos atributos, em que necessariamente precisa haver um fim, não parece ser condição necessária para a análise de uma perspectiva fenomenológica em detrimento de compromissos ontológicos. A análise da movimento das consciência de si a síntese da imaginação produtiva insere, na unidade da consciência performativa, a prova da relação entre a visão e o mundo.

Ora, a própria concepção ontológica do Ser em Heidegger deixa claro que a resolução da parte que se completa em si, que não existe se não perto do que se admite como sendo a causa final das entidades sui generis. A situação parece particularmente favorável quando o objeto engendrado a priori, enquanto ser-no-mundo, e emprega uma noção intrínseca de pressuposição da multiplicidade que se encontra presa num objeto, numa estrutura de crescimento. A síntese de um múltiplo dado na intuição sensível duma espécie de nominalismo psicofísico, mas requer, querendo ou não, a assunção de todas as representações originárias de uma síntese. Pode-se argumentar, como Hegel genialmente fizera, que a inter-independência da objetivação e subjetivação unificou os a priori sensíveis e intelectuais numa determinação recíproca da multiplicidade que se encontra presa num objeto, numa estrutura de crescimento. Sob uma perspectiva fenomenológica, a impossibilidade da possessão da verdade última justificaria a adoção da multiplicidade que se encontra presa num objeto, numa estrutura de crescimento.

Tendo em vista as meditações em voga, podemos considerar que o nominalismo abstrato, enquanto princípio teórico, e emprega uma noção intrínseca de pressuposição das linhas que estão presentes no Rizoma, que se encontra numa estrutura diferente da de uma raiz. O suprassumo ideal não pode ser outro senão um primado ontológico que vai muito além de simplesmente reassumir uma tradição venerada, e acarreta em um estado de coisas como o da mesma fonte da qual as categorias puras emanam. O princípio do objeto - o universal - é em sua simplicidade um mediatizado que o início da atividade geral de formação de conceitos subsume, em-si e para-si, a totalidade da determinação final daquilo que é tomado como o saber. Dizer que eu sou apenas uma esfera da mente afirmará a mente da mesma forma, pois a determinação ou essência desses sistemas, que não está no orgânico como tal, maximiza as possibilidades, num sentido alético-modal, por conta de uma perspectiva fenomenológica em detrimento de compromissos ontológicos.

É claro que a dialética da certeza sensível não é outra coisa senão a decisão resoluta institui o Complexo de Édipo, ordenando o sujeito com seu desejo e o interdito, em função do que o Ser, enquanto ser-aí-no-mundo, engendra em-si e para-si. A filosofia, ao contrário, não considera que a própria faculdade consistiria primeiramente em não pôr o acontecimento sob a autoridade de uma nova origem pura das noções de tempo e espaço, tomados como formas puras de intuição sensível. Uma fisiognomia do ser precisa se distinguir das demais artes, na medida em que revela o ato de ser seu ser para si, que é um singular, tem como componentes elementos indiscerníveis da fundamentação metafísica das representações. O todo, que abrange em si os lados fixos, impõe a unidade sintética original, advinda da mesma fonte das categorias, desafia a concepção do ser-para-si, o que necessita da humanização do sujeito e da animalização do homem. De maneira sucinta, a interioridade do Ser social, eminentemente enquanto Ser, prova que a resolução da parte que se completa em si, que consistiria primeiramente em não pôr o acontecimento sob a autoridade de uma nova origem pura de um sistema fechado, arborificado, a partir do qual a noção de Rizoma se fundamenta.

Não se pode pensar, como há de se ter feito, que a reflexão determinidade de ser, tal como meio universal, transcendentaliza, de certa forma, a origem da multiplicidade que se encontra presa num objeto, numa estrutura de crescimento. De maneira sucinta, a interioridade do Ser social, eminentemente enquanto Ser, prova que a própria concepção do Eu, que pressupõe a admissão da existência a priori do problema da identidade pessoal? É um questionamento importante. Na totalidade do movimento, a valorização de fatores subjetivos aplica à intuição sensível o caráter da mera aparência do que se julga como pertencente ao mundo da vida. O ato de tomar no espírito a singularidade precisa de a própria concepção do Eu, que é uma consequência direta do conjunto cujos membros são, também, entidades comunicativas do mundo da vida. A análise da movimento das consciência de si a observação de si, cuja universalidade contém em si mesma, de modo igualmente absoluto, a singularidade desenvolvida, aparenta ser, até agora, um problema sem transparência do mero fato de a percepção nos ser dada.

Nesses momentos conjuntamente, a coisa está completa como o verdadeiro da percepção, o que não põe a resolução da parte que se completa em si, que faz parte do processo do dualismo ontológico das filosofias pré-hegelianas? Deixemos a questão em aberto. A análise da movimento das consciência de si o aspecto de ser a consciência repelida sobre si mesma, e propõe, pelo princípio da individuação, o surgimento das condições epistemológicas e cognitivas exigidas. De maneira sucinta, a interioridade do Ser social, eminentemente enquanto Ser, prova que a nossa existência, que é uma faceta do Ser, afeta, de maneira negativa, a concepção hegeliana da individualidade daquilo que pretende ser o que é.

O cuidado em identificar pontos críticos na síntese da imaginação produtiva acarretam necessariamente na manifestação de categorias meta-conceituais a priori. Entretanto, conforme notamos anteriormente, os que colocam tal afirmação dizem imediatamente que um primado ontológico que vai muito além de simplesmente reassumir uma tradição venerada, e maximiza as possibilidades, num sentido alético-modal, por conta da mesma fonte da qual as categorias puras emanam. A situação parece particularmente favorável quando a decisão resoluta não justifica com clareza a distinção da tentativa de se obter empiricamente um método que fundamente ontologicamente a realidade última. Entretanto, uma reflexão ulterior torna claro que a impossibilidade da possessão da verdade última subsume, em-si e para-si, a totalidade de um riacho sem início nem fim, que rói suas duas margens e adquire velocidade no meio. Ora, a observação psicológica não encontra, em si, o objeto engendrado a priori, enquanto ser-no-mundo, unificou os a priori sensíveis e intelectuais numa determinação recíproca da aparição não-cromática do som em um continuum infinito. O uso exaustivo do raciocínio apriorístico implica em assumir que o objeto inessencial de si para si não justifica com clareza a distinção da mesma fonte da qual as categorias puras emanam.





Gerador de lero-lero de filosofia. Sou capaz de gerar 81.261.724.749.004.800.000 frases diferentes.
Ainda estou em fase de desenvolvimento, posso ser disléxico às vezes.
Dê F5 para gerar um novo texto.
(Javascript é necessário para trocar o tipo de filosofia)

Feito por Nicholas Ferreira