A essência: a introdução do querer puro



O suprassumir apresenta sua dupla significação verdadeira que vimos no negativo: é precisamente a definição, que está diametralmente oposta a uma externalidade a definir, e garante, ao menos de um ponto de vista hermenêutico, a fundamentação da doutrina teórico-metafísica da realidade temporal. O Uno é o momento da negação tal como ele mesmo, haja vista a própria concepção do Eu, que constitui um atributo da mera aparência do que se julga como pertencente ao mundo da vida. A esta altura, é mister determinar mais de perto esse objeto, uma vez que a percepção quanto ao mundo subsume, em-si e para-si, a totalidade do mero fato de a percepção nos ser dada. Se uma das premissas é assertórica e a outra, problemática, a definição, que está diametralmente oposta a uma externalidade a definir, e subsume, em-si e para-si, a totalidade da noção deleuzeana de Rizoma, enquanto modelo de resistência ético-estético-político.

O ato de tomar no espírito a singularidade precisa de a consciência entre o espírito universal e sua singularidade, ou consciência sensível, não justifica com clareza a distinção da noção deleuzeana de Rizoma, enquanto modelo de resistência ético-estético-político. Finalmente, por trás dessa questão da transcendentalidade do sujeito e da realidade, a própria faculdade eleva ao patamar de coisa-em-si a concepção da concepção spinoziana de felicidade enquanto aumento de potência. Não se pode pensar, como há de se ter feito, que a consciência da essência espiritual não parece ser condição suficiente para a síntese da mera aparência do que se julga como pertencente ao mundo da vida.

Quando o que se diz de uma coisa é apenas que a natureza orgânica que não tem história põe em dúvida a perceptividade do conteúdo sensível, por contado Deus transcendente a toda sensação e intuição cognitiva. A consciência na vida cotidiana tem, em geral, por seu conteúdo, o objeto engendrado a priori, enquanto ser-no-mundo, aplica à intuição sensível o caráter do sistema de conhecimento geral. Uma análise mais minuciosa nos mostraria que a percepção quanto ao mundo mantém, no objeto, a imagem da concepção spinoziana de felicidade enquanto aumento de potência. A boca que fala, a mão que trabalha, e, numa palavra, todos os órgãos, determinam a definição, que está diametralmente oposta a uma externalidade a definir, e propõe, pelo princípio da individuação, o surgimento de categorias meta-conceituais a priori. No entanto, o ser é um universal, por ter nele a mediação ou o negativo, em que a razão observadora, que só chega na natureza do orgânico à intuição de si mesma, exige a criação da substancialidade em que sobrejaz a concepção heideggeriana do tempo.

Não se pode pensar, como há de se ter feito, que a categorização do Eu para si em geral afeta, de maneira negativa, a concepção hegeliana do que se admite como sendo a causa final das entidades sui generis. Mas se a necessidade do conceito exclui o ato de ser seu ser para si, que é um singular, eleva ao patamar de coisa-em-si a concepção da transposição do Outro em detrimento de uma unidade do Ser. A filosofia, ao contrário, não considera que o objeto inessencial de si para si potencializa a influência da demonstração de que o que é pressuposto, o é como Ser-em-si. No entanto, não podemos esquecer da razão observadora, que só chega na natureza do orgânico à intuição de si mesma, consiste na objetificação do caráter lógico-discursivo da apercepção transcendental.

O Uno é o momento da negação tal como ele mesmo, haja vista a reflexão determinidade de ser, tal como meio universal, consistiria primeiramente em não pôr o acontecimento sob a autoridade de uma nova origem pura de um riacho sem início nem fim, que rói suas duas margens e adquire velocidade no meio. Mas se a necessidade do conceito exclui o aspecto de ser a consciência repelida sobre si mesma, e descreve a alavancagem do que se admite como sendo a causa final das entidades sui generis. O todo, que abrange em si os lados fixos, impõe a unidade sintética original, advinda da mesma fonte das categorias, sucede de uma perspectiva fenomenológica em detrimento de compromissos ontológicos. Finalmente, por trás dessa questão da transcendentalidade do sujeito e da realidade, o encontrar material dos atributos, em que necessariamente precisa haver um fim, justificaria a adoção do que o Ser, enquanto ser-aí-no-mundo, engendra em-si e para-si.

No que concerne ao tempo, a determinação ou essência desses sistemas, que não está no orgânico como tal, reúne, no múltiplo, a síntese da maneira do Ser carente de espírito. O dualismo inegável de numerosos pontos evidencia o quanto a impossibilidade da possessão da verdade última traz à tona uma construção transcendentalmente possível da concepção spinoziana de felicidade enquanto aumento de potência. Uma fisiognomia do ser precisa se distinguir das demais artes, na medida em que revela a percepção quanto ao mundo se apresenta como experiência metapsicológica, devido à impermeabilização da humanização do sujeito e da animalização do homem.

Entretanto, conforme notamos anteriormente, os que colocam tal afirmação dizem imediatamente que o universo de discurso dos eventos parece engendrar a função da humanização do sujeito e da animalização do homem. De início, a consciência de si é ser para si simples, pois é a implausibilidade da tábula rasa, o que corresponde à intuição das essências fenomenológicas de uma perspectiva fenomenológica em detrimento de compromissos ontológicos. O primeiro ser da essência objetiva como um Uno não era pois seu verdadeiro ser, mas sim o encontrar material dos atributos, em que necessariamente precisa haver um fim, imediatamente toma como pressuposto a necessidade de um critério ontológico para determinar as pressuposições do Ser. O eu introspectivo, enquanto ente para-si, é um juízo reflexionante do agir transcendental, que pode nos levar a considerar a reestruturação da tentativa de se traduzir aquilo sobre o que não se pode cognizar. No entanto, o ser é um universal, por ter nele a mediação ou o negativo, em que um juízo reflexionante do agir transcendental, que não pode jamais se dissociar da transposição do Outro em detrimento de uma unidade do Ser.





Gerador de lero-lero de filosofia. Sou capaz de gerar 81.261.724.749.004.800.000 frases diferentes.
Ainda estou em fase de desenvolvimento, posso ser disléxico às vezes.
Dê F5 para gerar um novo texto.
(Javascript é necessário para trocar o tipo de filosofia)

Feito por Nicholas Ferreira