Acerca da sociedade da vida



O suprassumo ideal não pode ser outro senão a determinidade simples e a vitalidade singular deve mostrar que é possível efetuar a intersubjetivação da noção deleuzeana de Rizoma, enquanto modelo de resistência ético-estético-político. O suprassumo ideal não pode ser outro senão a unidade sintética da apercepção transcendental, o que renuncia à razão, a despeito de uma metafísica da presença? Cabe ao leitor julgar. No emergir do princípio, ao mesmo tempo, vieram a ser os dois momentos em que o universo de discurso dos eventos contém um grande número de leis, abstraindo-se da materialização do ser, em objetos visíveis, e da imaterialização do Não-ser, em não-objetos. Sob uma perspectiva fenomenológica, a unidade sintética da apercepção transcendental, o que aparenta ser, até agora, um problema sem transparência da mesma fonte da qual as categorias puras emanam.

O empenho em analisar, de maneira dialético-transcendental, um primado ontológico que vai muito além de simplesmente reassumir uma tradição venerada, e justificaria a existência daquilo que é pressuposto como condição necessária para o puro agir. Ora, o ser, enquanto entidade metafísica em-si e para-si, necessita que um primado ontológico que vai muito além de simplesmente reassumir uma tradição venerada, e fundamenta toda a noção que determina a síntese da mera aparência do que se julga como pertencente ao mundo da vida. O ato de tomar no espírito a singularidade precisa de a valorização de fatores subjetivos tem como componentes elementos indiscerníveis das condições epistemológicas e cognitivas exigidas. De fato, porém, por serem ambos o universal ou a essência, a singularidade, em si essente, maximiza as possibilidades, num sentido alético-modal, por conta das relações entre o conteúdo proposicional e o figurado.

De qualquer maneira, a análise socio-ontológica de Foucault é definitiva: a reflexão determinidade de ser, tal como meio universal, respeita o conteúdo produzido em função da doxa, da opinião e da razão pura do espírito transcendente. Uma fisiognomia do ser precisa se distinguir das demais artes, na medida em que revela o objeto engendrado a priori, enquanto ser-no-mundo, faz suscitar a subjetificação em si da transposição do Outro em detrimento de uma unidade do Ser. Não é difícil perceber que a impossibilidade da possessão da verdade última pode nos levar a considerar a reestruturação dos conhecimentos a priori. É claro que a dialética da certeza sensível não é outra coisa senão o comportamento dessa consciência, a ser tratado de agora em diante, corresponde à intuição das essências fenomenológicas da concepção spinoziana de felicidade enquanto aumento de potência.

Sob a mira do leitor, fica claro que a consciência imersa no ser da vida toma como subconjunto da tentativa de se obter empiricamente um método que fundamente ontologicamente a realidade última. A determinação da categoria como ser para si impõe a resolução da parte que se completa em si, que é uma consequência direta da determinação do Ser enquanto Ser. O todo, que abrange em si os lados fixos, impõe a razão observadora, que só chega na natureza do orgânico à intuição de si mesma, constitui um atributo de um riacho sem início nem fim, que rói suas duas margens e adquire velocidade no meio. Enquanto expressam na simplicidade do universal, a consciência entre o espírito universal e sua singularidade, ou consciência sensível, institui o Complexo de Édipo, ordenando o sujeito com seu desejo e o interdito, em função do que o Ser, enquanto ser-aí-no-mundo, engendra em-si e para-si. Ora, a própria concepção ontológica do Ser em Heidegger deixa claro que a determinidade simples e a vitalidade singular é essencialmente uma propriedade regulatória da doutrina teórico-metafísica da realidade temporal.

O ato de tomar no espírito a singularidade precisa de a indeterminação contínua de distintas formas de fenômeno, e recorre à experiência efetiva da mera aparência do que se julga como pertencente ao mundo da vida. Uma visão continental diria que a própria concepção do Eu, que deve valer como algo absoluto, em virtude das linhas que estão presentes no Rizoma, que se encontra numa estrutura diferente da de uma raiz. No que concerne ao tempo, a consciência da essência espiritual traz à tona uma construção transcendentalmente possível da substancialidade em que sobrejaz a concepção heideggeriana do tempo. De uma forma ou de outra, a categorização do Eu para si em geral pode nos levar a considerar a reestruturação do fundamento Uno do Ser. A situação parece particularmente favorável quando a consciência da essência espiritual renuncia à razão, a despeito dos aspectos fenomenológicos da doutrina do método kantiana.

Não se pode pensar, como há de se ter feito, que o objeto inessencial de si para si acarreta em um estado de coisas como o da substancialidade em que sobrejaz a concepção heideggeriana do tempo. O Uno é o momento da negação tal como ele mesmo, haja vista uma espécie de nominalismo psicofísico, mas é consequência de uma abordagem anti-realista, como a do que se admite como sendo a causa final das entidades sui generis. O cuidado em identificar pontos críticos numa espécie de nominalismo psicofísico, mas faz parte do processo das noções de tempo e espaço, tomados como formas puras de intuição sensível. As obras, frutos das ações, exteriorizam-se e causam ingerência no ser, o que não põe a singularidade, em si essente, põe em dúvida a perceptividade do conteúdo sensível, por contada relação entre a sensação e a experiência.

O objeto que eu apreendo, e que apresenta-se como puramente Uno, não é senão a coisa em si mesma imediatamente toma como pressuposto a necessidade das condições epistemológicas e cognitivas exigidas. Como seria possível uma episteme pura? Ora, basta considerar que a intuição sensível necessita da maneira do Ser carente de espírito. Mas, segundo essa oposição, não podem estar juntas na unidade simples de seu meio, já que o nominalismo abstrato, enquanto princípio teórico, necessita que se tome como fundamental a noção de um riacho sem início nem fim, que rói suas duas margens e adquire velocidade no meio. A esta altura, é mister determinar mais de perto esse objeto, uma vez que a canalizaçao do Ser do Ente, enquanto em-si-para-si respeita o conteúdo produzido em função do dualismo ontológico das filosofias pré-hegelianas? Deixemos a questão em aberto.

A esta altura, é mister determinar mais de perto esse objeto, uma vez que a implausibilidade da tábula rasa, o que não justifica com clareza a distinção da aparição não-cromática do som em um continuum infinito. Pode-se argumentar, como Hegel genialmente fizera, que o aspecto de ser a consciência repelida sobre si mesma, e fundamenta toda a noção que determina a síntese da determinação final daquilo que é tomado como o saber. Pode-se argumentar, como Hegel genialmente fizera, que a observação de si, cuja universalidade contém em si mesma, de modo igualmente absoluto, a singularidade desenvolvida, aparenta ser, até agora, um problema sem transparência da justificação da necessidade de uma unidade sintética da apercepção transcendental. A matemática imanente, a que chamam de matemática pura, não põe a percepção quanto ao mundo padroniza, de maneira uniforme, a defesada relação entre a sensação e a experiência.

A figuratividade em geral do sistema da vida é a natureza orgânica que não tem história apresenta um contraexemplo à noção de categorias meta-conceituais a priori. A figuratividade em geral do sistema da vida é a intuição sensível deve mostrar que é possível efetuar a intersubjetivação da concepção spinoziana de felicidade enquanto aumento de potência. Do mesmo modo, a categorização do Eu para si em geral apresenta um contraexemplo à noção das relações entre o conteúdo proposicional e o figurado. O infinito virtual é possível no mundo, mas, enquanto Ser-para-si, a intuição sensível sucede da correlação entre a noção de mundo que o Eu pode extrair de um ponto de vista.





Gerador de lero-lero de filosofia. Sou capaz de gerar 81.261.724.749.004.800.000 frases diferentes.
Ainda estou em fase de desenvolvimento, posso ser disléxico às vezes.
Dê F5 para gerar um novo texto.
(Javascript é necessário para trocar o tipo de filosofia)

Feito por Nicholas Ferreira